
terça-feira, 8 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Não se trata de aritmética!
Quando dois são três e quatro convertem-se em um na relação entre cinco mil e quatrocentos...
Eduardo Bento
O barulho mais silencioso
É o ecoar do virtuoso;
Em uma semana se esvai
No próximo ano te atrai...
A festa do vinho seguiu
Por toda cidade cinzenta,
E quando o orvalho caiu
A força do céu te apoquenta.
Triste sonho infernal
Que alegra a minha razão,
Pelos altos e baixos do ser...
Será que tudo é tão matinal,
Ou vivemos sem ter emoção
Enlaçados ao amanhecer?
(...)
O novo, de novo.
Eduardo Bento
Hoje uma novidade sobreveio sorrateiramente ao meu lar
Era noite, as nuvens mais pesadas cobriam o céu e o meu olhar;
No entanto, a brisa mais leve e límpida pude novamente apreciar...
E há quem conquiste o céu, as estrelas e não saiba realmente amar.
Contudo, o que é o mar se amar desfaz-se em ilusão?
É a doce vida que emerge nesses versos tortuosos
É o desejo longínquo que traz os carinhos mais formosos?
São as dúvidas que regem com notas menores meu nobre coração
O tempo se desfaz em um segundo
O falso nascer do sol é o que te obscurece
Não haverá quem lhe traga um presente mais profundo
Se no fundo a morte está no mundo
A vida não é mais aquilo que te amadurece
E se não há amor na vivência o coração se entristece
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Soneto insípido, inodoro e incolor...
Da retidão tortuosa
Eduardo Bento
Gente, quanta raça,
Quanta pirraça
Se a morte é uma graça
A vida se faz na cachaça
Sabe tudo, ou quase nada;
Quase tudo é nada a saber
Mas tudo rima com nada
Ou nada se dá no querer?
São ecos, são palavras que reverberarão...
É como o som que toca o ar
Sem ter onde se escorar
São vibrações, com toda potência em vão;
Noites e dias sem luar
Dias e noites a rememorar!
sábado, 15 de outubro de 2011
Quadro geral
Doravante, eu rejeito qualquer eco metafísico que me tire do chão!
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Vídeo: Carrossel de fogo
Quando me lembro da noite que não estava aqui
O meu coração predador não me deixa ruir
Os dias enganam o tempo e não podem mudar
Nosso destino incerto de quem quer chegar
Se a vida tem sentido em vão
Eu quero andar na contramão
E passa um ano devagar
Não se vou querer ficar assim
Carrossel de fogo, não posso mais caminhar
Há muita sorte nesse jogo que só traz azar
Agora vejo mais alguém
Querendo estar em minhas mãos
Nossa canção não vai além
De poucos versos sem reação pra mim
