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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

COMPOSIÇÃO EM CONJUNTO: UMA VELHA HOMENAGEM...



Cinco em um
Edu Bento / Dário "Luke" / Michelle Gulfier / Cacá

Meus versos sem por quê
Escrevo pra dizer
Pois as palavras em mim não cabem mais
Fiz nascer nesta canção
A minha gratidão

E levará onde estiver
Teu nobre coração

Vai e luta sem cair
E se desistir não estarás só
Estigmatiza o teu nome
Num infinito cosmos de bondade
Sagacidade invulnerável
Pluralidade tão singular
E se a alma fraquejar
Hei de estar aqui só pra lhe dizer
Somos um
Nós somos um (mais que cinco em um)

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Letra de música


Quando vou te conhecer?

Edu Bento

A imaginação não vai refletir como vão ser

Os nossos momentos

O que vamos fazer?

Sol brilha tanto

O dia passa sem por que, não há ninguém além de nós...


Queremos apenas agora, ficarmos juntos neste luar

Quando as estrelas se movem, trazendo paz ao coração

O véu noturno se esvai e um novo dia vem nos iluminar

As cores estão tão belas, florescem nossa união...


Não vou te esquecer

Eu quero você

O meu amor por ti começa; quando vou te conhecer?

Quando vou te conhecer aqui?


Ouça uma prévia da canção: http://www.myspace.com/edubento

domingo, 24 de julho de 2011



Eis uma letra de música antiquíssima composta por mim e pelo Rodrigo Nunes. Há algumas alterações mais recentes feitas por mim em alguns versos da letra:

Vida íntima
Edu Bento / Rodrigo Nunes

Não quero ceder o meu direito a ninguém
Nem ser obrigado a concordar com você
Procuro um caminho que ainda não encontrei

Talvez eu encontre a minha felicidade
Cruzando o caminho de alguém


É verdade que eu não aprendi a me render

A tudo que o mundo insiste em oferecer

Não sou tão criança a ponto de acreditar

Que o mundo é perfeito

E o que vier vou ser obrigado a aceitar


Eu não nasci pra ser escravo de alguém

Ninguém nasceu pra ser escravo assim
Todos nasceram livres para viver

E o teorema da vida é descobrir aonde se quer chegar


Toda discrição foi-se embora da vida humana.

Sei que tu sabes que o conhecimento é nulo

E a tua ignorância trata-me como força puritana;
E o teu retrocesso destoa um prazer soturno.
Deu-te pura devoção!
Escolhes as armas frígidas,

Nessa alegoria sem enfeite.

sábado, 16 de julho de 2011

Nova canção


Eis a letra de uma nova canção que fiz esta semana:

Paragarinô

Edu Bento

Quando a vida nos traz
Um carinho assim;
Querer bem é o saber que não foi.

Quando a vida desfaz

Um caminho sem fim

É sinal que alguém já se foi.

Agora, aqui...


Com novas cores todo som se transforma
Em algo mais d’alma que escondida estava,
Sem atingir um tom maior na escala,
Todas as notas reverberam a morte
De não entender como ir além
Sem que as coisas fiquem em seu lugar;
Como pensar se o medo está
Perto de ninguém que não compreendeu?

Tara-darinara
Paragarinô


Quando a vida nos traz
Um carinho assim;

Querer bem é o saber que não foi.

Quando a vida desfaz

Um caminho sem fim

É sinal que alguém já se foi.

Agora, aqui...

domingo, 29 de maio de 2011

Letra de música

Tudo para conquistar o teu coração
Edu Bento

A nossa canção não tem mais que alguns versos
Por não poder expressar o teu coração;
Não fiques triste quando o medo vier,
São sinais que o amor quer lhe mostrar.

Atrás de um sorriso se esconde uma vida
Que floresce na paz da tua emoção;
E quando tu vieres, o teu carinho é nosso,
E o teu corpo revela a beleza sem fim.

Ainda que saibas que o tempo passou,
Há na vida um alguém que vai lhe salvar
De toda discórdia, com uma nova concórdia;
Querer bem é saber onde está o teu valor.

Tudo deve ser e não vais esquecer que posso te amar;
Não vais ficar assim tão longe de mim por mais que eu seja teu.

terça-feira, 8 de março de 2011

MÚSICA


CARROSSEL DE FOGO
EDU BENTO

Quando me lembro da noite que não estava aqui
O meu coração predador não me deixa ruir

Os dias enganam o tempo e não podem mudar

Nosso destino incerto de quem quer chegar


Se a vida tem sentido em vão

Eu quero andar na contramão

E passa um ano devagar

Não se vou querer ficar assim


Carrossel de fogo, não posso mais caminhar

Há muita sorte nesse jogo que só traz azar

Agora vejo mais alguém
Querendo estar em minhas mãos
Nossa canção não vai além

De poucos versos sem reação pra mim

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Autossuficiente


Luke / Edu Bento

Ergam suas bandeiras,
Pois os velhos muros da convicção
Já não me detém mais.
Matem seus desejos
Porque ao pé da cruz verás teu salvador,
Que também é teu algoz.

Te levo ao paraíso.
Se vieres comigo:
Se me der amor,
E me ensinar a usar.
Faça-me o favor,
Eu já não sei perdoar;
Sou tão humano pra um deus imortal.

Cubra seus olhos agora,
Há uma rebelião lá fora.
Dos heróis que o tempo desfez
E eu não soube entender.
Que tudo é novo
E o novo é velho demais;
Já é muito tarde
E a coragem é só o medo sem temor.

Salve-me
Ó criador,
Cura-me com teu amor;
Amarei a ti se for capaz.
Mostre o que pode fazer,
É difícil se mover
Estando pregado em tua cruz?

Permita-me te agradecer
Por ser abençoado.
Devo dizer, é um prazer
Ser mais um condenado.
Sinto, mas nunca precisei
Da tua compaixão.
E não preciso de ninguém,
Sou criatura e redentor:
Autossuficiente.

domingo, 4 de abril de 2010


Irascível
Lipe / Luke / Edu Bento


Espelho traidor
Reflete ilusões;
Se não há liberdade em meu ser.
Tenho passado
Desfigurado,
Me falta essência
No que restou de mim.

Desculpa ser tão defectível
E não ter um coração;

Eu nunca disse que era sensível,

Dispenso aprovação.


Reprogramado,
Desconfigurado;
Minha alteridade se perdeu...
Em minha alma
Aprisionada
Os demônios que eu tranquei
Ainda não sabem quem eu sou.

Desculpa ser tão defectível
E não ter um coração;

Eu nunca disse que era sensível,

Dispenso aprovação.

Não acho que eu seja irascível,

Só por ter o que dizer.

Não diga que eu estou errado
Se eu não quiser ser você.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Ser um só mais um...


Ser um só mais um

Edu Bento/Luke

Seu bem querer já não me quer mais,
E o meu impasse impede a minha paz.
Dentro do espaço conto os passos
Que eu deixei passar
Só pra saber o que eu não fiz.

Sua presença tão ausente
Já não vive aqui;
Vivendo pouco,
Meio morto,
Então morri em mim.
Vou me mudar para o meu lar
Que é em lugar nenhum,
Só pra saber onde eu estou.

As almas que tenho
Eu já não posso usar;
Elas se perderam em mim.
As velhas correntes
Não querem se soltar;
Não vejo a luz que há aqui.

Sei que aqui chove demais
Pr’um dia de sol;
Cansei, aqui tem gente demais,
Prefiro ser um só mais um.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Parcerias


Chá de Blues

Edu Bento / Thiago Soares

Somente meio copo pra me satisfazer
Com velocidade tão lenta é a minha ação
Nas noites tão caladas tocando minha guitarra
Um pouco de harmonia de um lasso coração
Quando eu quero entender a minha vida
Não faço por onde existir
Um troço assim, um troço assim...

Não venha me dizer que tudo vai mudar
Não tente enganar nossa situação
Eu vejo crianças douradas correndo
Encontraram um caminho de paz

Ouvindo um cogumelo
Tomando chá de Blues
Ouvindo um cogumelo
Tomando chá de Blues

Chá de Blues (Chá de Blues)
Esse é o meu chá de Blues (Chá de Blues)

Eu vejo piratas malvados nadando
Encontraram um caminho pro mar
Chá de Blues...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Quando o Sol voltar e o tempo velho esquecer a dor...


Edu Bento

Quando o Sol voltar
E o tempo velho esquecer a dor -
Vívida razão.
Não vai acostumar a entregar o dia que virá
Como compaixão.
Se não me acolheu,
Então quis me magoar sem me ter.
Com a verdade da tua vida e não a realidade
De um mundo sem sinal.

Talvez queiramos ser os senhores das mentiras
Que fabricam soluções;
Lutar sem ter que esperar;
Xamã dos dias: uma cura vai surgir.
Se há voz no canto de um poeta,
Não diga o meu nome quando o outono findar.
Nasceu uma lua na minha mente,
E é no espírito de um santo que a vitória vai brilhar.

Um novo som em um novo lugar,
O fino amor ressurge tão verde pra queimar;
Não é a natureza que vai ser destruída então
Pelo fogo da ação.
Só vai ter lugar quando crescer;
E a lua será o fim do nosso ar.
Por muitos anos que não chove aqui:
Vou me redimir perante as ilusões.

A lua não faz eu ser tão cego,
E no mundo das corujas a razão vai assumir.
Não há emoção que me aprove;
Momento secular que o coração vai afastar.

Eu sei que a Lua Nascente,
Não há derrota no sofrer da gente.
Não sei se a Luana sente
A paz que vem suavemente.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Nova letra


Olá, tudo bem com vocês?
Depois da grande apatia que se instalou em mim durante esse último semestre, e a calmaria (ilusória) que parece estar por vir, postarei aqui novamente uma letra de uma música de minha autoria - feita anteontem. Sim, acredito que meu lado romântico aflorou-se, como vocês vão perceber quando lerem a letra, mas não foi por motivo algum - exceto pela grande inspiração de uma amiga que eu considero demais -, apenas quis escrever uma música assim e PRONTO! Rs...



Mel

Edu Bento

A minha alma glorifica você, espero
Que o meu amor por ti seja sempre tão eterno.

É como a chuva que inunda o meu coração;

Só falta tudo isso para eu te dar então.

O meu caminho encontrou o lugar mais belo.

A tua boca proferia algo tão sincero,

E o teu olhar admitiu que aqui vai ficar

Todos os carinhos que eu quero então te dar.


Não posso mais esperar
A vida inteira para te encontrar.
Os meus dias são tão curtos,

Quero te dar o meu mundo

Com o fim do inverno frio,
Quente é o mel do estio;

É assim que eu vou te amar.

No tempo e no vento sabemos que tudo pode ser ruim.

Mas quando criamos o amor que nunca vai ter certo fim:


Tudo vai ser...


Bom como ter você em mim,

Como é bom ter você aqui.

Bom como ter você pra mim,

Como é bom ter você assim...

Eu te amo sim.

domingo, 8 de novembro de 2009


Sem-Razão
Edu Bento

Não são os erros que devo lhe explicar;
Um dia quente ou frio, é isso o que eu não sei.
Tornou-se tão comum viver em outro lugar,
Ligados na memória sem poder falhar.

Todos os dias eu procuro redenção,
Não é o medo que me afasta a compreensão.
Tornei-me tão banal, conforme o que eu larguei;
Foram tantas derrotas: tão triste eu fiquei.

Poderia ser pior, poderia não ter fim;
Escolher viver assim traz ilusão.

Condenei o que é normal,

Afastei o que é ruim.

Mas o que é bom e mau
Não volta enfim...

Volta aqui e me diga que a vida é uma grande bobagem!


Toda a beleza deixou de ter valor
E não são as cores belas que retornam assim.
Por insistência neguei o teu amor;
Admiti então que erros estão em mim...

Poderia ser pior, poderia não ter fim;
Escolher viver assim traz ilusão.

Condenei o que é normal,

Afastei o que é ruim.

Mas o que é bom e mau

Não volta enfim.

Condenei o que é normal: poderia não ter fim;

Mas o que é bem e mal traz ilusão.

Poderia ser pior, afastei o que é ruim.

Escolher viver assim,

Não volta enfim:

Volta aqui e me diga que a vida é uma grande bobagem!



PARA ESCUTAR A MÚSICA ENTRE NO LINK ABAIXO:
http://www.myspace.com/edubento
É A PRIMEIRA MÚSICA DA LISTA DO PLAYER.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009



Vendaval
Luke / Edu Bento


Eu buscaria mil estrelas pra te dar,
Mas elas nunca brilhariam mais que o teu olhar.
Eu desistiria de tudo aquilo que preciso
Pra te mostrar que eu morreria pelo teu sorriso.

Nos braços dessa canção
Você vai viver em mim.
É como a primavera com folhas pelo chão;
Faz florescer o meu jardim

Nos braços dessa canção
Você vai viver em mim.
É como a primavera com folhas pelo chão;
(A melodia dela compõe essa canção)
Faz florescer o meu jardim

Eu pararia o tempo por você.
Pra colorir tua memória em mim, e não te esquecer.
Joguei as flores mais belas pra enfeitar o seu quintal,
Você as colheu e me sorriu como um vendaval.

Faz florescer o meu jardim,
Nos braços dessa canção.
É como a primavera com folhas pelo chão;
Você vai viver em mim.

Nos braços dessa canção
(Faz florescer o meu jardim)
Você vai viver em mim.
(Nos braços dessa canção)
É como a primavera com folhas pelo chão;
(A melodia dela compõe essa canção)
Faz florescer o meu jardim.

Faz florescer o meu jardim,
(Nos braços dessa canção)
Nos braços dessa canção.
(Você vai viver em mim)
A melodia dela se espalha pelo chão;
(A melodia dela compõe essa canção)
E faz florescer vida em mim.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Em chamas


Fogo
Eduardo Bento


Demônios que encontram a razão;

criaturas não são animais.

Neste mundo irão descobrir

quais os passos poderão seguir.


Acolhem morte assim,

em dias de noites sem fim.

Torturam aqueles que não

sabem quando tudo tem perdão.


O fogo da vida esbraseia.

A trivial discórdia incendeia;

comprometimento final

- há humanidade linear.


É fogo, é vida.

Inferno: saída;

parecia que não tinha sim

e não havia lugar para esconder...


É fogo, mordida;

pecado contido.

A vitória surge agora em mim,

e a glória não existe no fim.