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domingo, 29 de março de 2009

Uma Pequena Alusão - Quase Nula!





X
(Eduardo Bento)


Finalmente chego ao ponto crucial.
Abastecido de fortalezas que me deste,
Gratificado pelo amor fraternal
E desinibido das loucuras de uma prece.
Será que foste tu que me acolheste,
Ou foi à grande contenda vital que me removeste?

Pálido fado;
Vívida magia.
Eu sei?
Qual é a grande resposta?
Não me encontro em trilhas ou linhas,
Só me perco na solidão inexata;
Temido por ser grande junto à tua face.

Carregada é a fração contida em poucos atos;
Desconhecidos são os casos e também os fatos.

Eu saberia?
Não foi desta vez que Ele me compreendeu.
Mas sua existência é real?
Sua compaixão e onisciência são palpáveis?
Mais perguntas sem conclusão.
Perco-me novamente em versos prosados e pouco rimados.
Em frases longas, posteriores as antecessoras curtas.
Não quero mais amor diluído, nem restos de carinho.
Quero mostrar o quanto podes ser sozinho, se viveres em mim.

São devaneios que vão contra os preceitos.
Conjecturas recalcadas, logo que aniquiladas;
Todos os manuseios sociais são tidos como conceitos.
E toda intolerância é combatida com virtudes mascaradas!

Vita - pactum - morte!
São anos irreversíveis em minh’alma.
Mas meu intelecto elevado me afasta a sorte.

Ouvi: - “Cadê a nossa vitória e a nossa satisfação?”...
Então concluo que tu não me ouviste mais.