quarta-feira, 31 de março de 2010

Praticamente um(a) bolha - momento trivial

Olá, pessoal, tudo bem? Hoje vou postar sobre um filme que, particularmente, gosto bastante e que, ultimamente, minha vida está bem parecida com a condição do protagonista do filme. (Rs.) Sem demora, aí vai...
Jimmy Bolha
Título original: (Bubble Boy)
Lançamento:
2001 (EUA)

Direção:
Blair Hayes

Atores:
Jake Gyllenhaal, Swoosie Kurtz, Marlen Shelton, Danny Trejo, John Carroll Lynch

Duração: 114 min
Gênero:
Comédia

Sinopse

Jimmy Livingstone (Jack Gyllenhaal) é um jovem que nasceu com um problema em seu sistema imunológico que o obriga a ficar sempre dentro de uma bolha de plástico, em seu quarto. Até que ele descobre a garota por quem é apaixonado irá se casar nas cataratas do Niágara e, para impedi-la, decide por construir uma bolha móvel e partir em seu encalço. Durante o caminho ele encontra as mais estranhas pessoas e ainda precisa se esconder de seus pais, que querem que ele volte ao seu quarto o mais rápido possível.


Fonte: ADORO CINEMA

quarta-feira, 17 de março de 2010

Ser um só mais um...


Ser um só mais um

Edu Bento/Luke

Seu bem querer já não me quer mais,
E o meu impasse impede a minha paz.
Dentro do espaço conto os passos
Que eu deixei passar
Só pra saber o que eu não fiz.

Sua presença tão ausente
Já não vive aqui;
Vivendo pouco,
Meio morto,
Então morri em mim.
Vou me mudar para o meu lar
Que é em lugar nenhum,
Só pra saber onde eu estou.

As almas que tenho
Eu já não posso usar;
Elas se perderam em mim.
As velhas correntes
Não querem se soltar;
Não vejo a luz que há aqui.

Sei que aqui chove demais
Pr’um dia de sol;
Cansei, aqui tem gente demais,
Prefiro ser um só mais um.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Filme: Across the Universe (2007)


Olá pessoal, tudo bem com vocês?

Hoje vou postar algumas informações sobre um filme que eu, particularmente, gosto bastante. Não se trata de nenhum filme sobre a Grécia Antiga, muito menos algum filme do "tempo do onça". Ele faz muito mais parte de uma era perdida em Abbey Road, apesar de ser desse século. Trata-se do musical "Across The Universe" da diretora Julie Taymor. Pode até parece um filme totalmente comercial e que, de certa forma, parece mais uma afronta aos Beatles, porém, eu não vejo dessa forma, prefiro muito mais encarar os 131 minutos de uma forma não tão crítica. Diria que é um filme para momentos de repouso ou de simples diversão.
Deixo aqui um link do IMDB (Internet Movie Database) com maiores informações sobre o filme (é sempre bom deixar um suspense no ar):

Across the Universe (2007)

Deixarei aqui também o meu e-mail para quem quiser baixar o filme comigo, e está com muita preguiça de alugá-lo: edulastchance@gmail.com

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Parcerias


Chá de Blues

Edu Bento / Thiago Soares

Somente meio copo pra me satisfazer
Com velocidade tão lenta é a minha ação
Nas noites tão caladas tocando minha guitarra
Um pouco de harmonia de um lasso coração
Quando eu quero entender a minha vida
Não faço por onde existir
Um troço assim, um troço assim...

Não venha me dizer que tudo vai mudar
Não tente enganar nossa situação
Eu vejo crianças douradas correndo
Encontraram um caminho de paz

Ouvindo um cogumelo
Tomando chá de Blues
Ouvindo um cogumelo
Tomando chá de Blues

Chá de Blues (Chá de Blues)
Esse é o meu chá de Blues (Chá de Blues)

Eu vejo piratas malvados nadando
Encontraram um caminho pro mar
Chá de Blues...

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Placa de vídeo queimada


Hoje quase fiquei sem computador, minha placa de vídeo queimou. Se não fosse meu irmão me emprestar uma placa que ele tinha sobrando, nunca mais vocês iriam me ver por aqui, rs...

Abraços

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Quando o Sol voltar e o tempo velho esquecer a dor...


Edu Bento

Quando o Sol voltar
E o tempo velho esquecer a dor -
Vívida razão.
Não vai acostumar a entregar o dia que virá
Como compaixão.
Se não me acolheu,
Então quis me magoar sem me ter.
Com a verdade da tua vida e não a realidade
De um mundo sem sinal.

Talvez queiramos ser os senhores das mentiras
Que fabricam soluções;
Lutar sem ter que esperar;
Xamã dos dias: uma cura vai surgir.
Se há voz no canto de um poeta,
Não diga o meu nome quando o outono findar.
Nasceu uma lua na minha mente,
E é no espírito de um santo que a vitória vai brilhar.

Um novo som em um novo lugar,
O fino amor ressurge tão verde pra queimar;
Não é a natureza que vai ser destruída então
Pelo fogo da ação.
Só vai ter lugar quando crescer;
E a lua será o fim do nosso ar.
Por muitos anos que não chove aqui:
Vou me redimir perante as ilusões.

A lua não faz eu ser tão cego,
E no mundo das corujas a razão vai assumir.
Não há emoção que me aprove;
Momento secular que o coração vai afastar.

Eu sei que a Lua Nascente,
Não há derrota no sofrer da gente.
Não sei se a Luana sente
A paz que vem suavemente.