sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Quando o Sol voltar e o tempo velho esquecer a dor...


Edu Bento

Quando o Sol voltar
E o tempo velho esquecer a dor -
Vívida razão.
Não vai acostumar a entregar o dia que virá
Como compaixão.
Se não me acolheu,
Então quis me magoar sem me ter.
Com a verdade da tua vida e não a realidade
De um mundo sem sinal.

Talvez queiramos ser os senhores das mentiras
Que fabricam soluções;
Lutar sem ter que esperar;
Xamã dos dias: uma cura vai surgir.
Se há voz no canto de um poeta,
Não diga o meu nome quando o outono findar.
Nasceu uma lua na minha mente,
E é no espírito de um santo que a vitória vai brilhar.

Um novo som em um novo lugar,
O fino amor ressurge tão verde pra queimar;
Não é a natureza que vai ser destruída então
Pelo fogo da ação.
Só vai ter lugar quando crescer;
E a lua será o fim do nosso ar.
Por muitos anos que não chove aqui:
Vou me redimir perante as ilusões.

A lua não faz eu ser tão cego,
E no mundo das corujas a razão vai assumir.
Não há emoção que me aprove;
Momento secular que o coração vai afastar.

Eu sei que a Lua Nascente,
Não há derrota no sofrer da gente.
Não sei se a Luana sente
A paz que vem suavemente.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Nova letra


Olá, tudo bem com vocês?
Depois da grande apatia que se instalou em mim durante esse último semestre, e a calmaria (ilusória) que parece estar por vir, postarei aqui novamente uma letra de uma música de minha autoria - feita anteontem. Sim, acredito que meu lado romântico aflorou-se, como vocês vão perceber quando lerem a letra, mas não foi por motivo algum - exceto pela grande inspiração de uma amiga que eu considero demais -, apenas quis escrever uma música assim e PRONTO! Rs...



Mel

Edu Bento

A minha alma glorifica você, espero
Que o meu amor por ti seja sempre tão eterno.

É como a chuva que inunda o meu coração;

Só falta tudo isso para eu te dar então.

O meu caminho encontrou o lugar mais belo.

A tua boca proferia algo tão sincero,

E o teu olhar admitiu que aqui vai ficar

Todos os carinhos que eu quero então te dar.


Não posso mais esperar
A vida inteira para te encontrar.
Os meus dias são tão curtos,

Quero te dar o meu mundo

Com o fim do inverno frio,
Quente é o mel do estio;

É assim que eu vou te amar.

No tempo e no vento sabemos que tudo pode ser ruim.

Mas quando criamos o amor que nunca vai ter certo fim:


Tudo vai ser...


Bom como ter você em mim,

Como é bom ter você aqui.

Bom como ter você pra mim,

Como é bom ter você assim...

Eu te amo sim.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Desanimado



Ultimamente eu ando extremamente desanimado. Não sou de reclamar, mas por mais que eu me esforce, sinto-me regredindo.

domingo, 15 de novembro de 2009

Para quem se interessar...


Olá pessoal, tudo bem convosco?

Ultimamente, algumas pessoas pediram-me para que eu postasse um artigo que apresentei no Congresso Metodista no dia 27/10. Como ele (o artigo) faz parte do Grupo de Pesquisa em Filosofia Antiga (orientado pelo Prof. Dr. Marcos Sidnei Pagotto-Euzebio) pelo qual eu participo, e ele ainda não foi publicado nem nos anais do Congresso e, muito menos, em nenhum outro lugar. Por esse motivo, eu não vou disponibilizar o artigo direto aqui no blog, porém, deixarei um link para, quem quiser lê-lo, comentar e discutir sobre os pontos que são abordados.

O artigo está disponível no link abaixo:
http://docs.google.com/fileview?id=0BzZG48iBJ-yrNjFlYmM3OGYtZGJlZS00MzJmLThkMDYtYTE4YzlhMTU2MWE3&hl=en

Qualquer dúvida ou problema com o link, entrem em contato comigo, por favor. E não deixem de comentar aqui. Muito obrigado.


Eduardo Bento.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

domingo, 8 de novembro de 2009


Sem-Razão
Edu Bento

Não são os erros que devo lhe explicar;
Um dia quente ou frio, é isso o que eu não sei.
Tornou-se tão comum viver em outro lugar,
Ligados na memória sem poder falhar.

Todos os dias eu procuro redenção,
Não é o medo que me afasta a compreensão.
Tornei-me tão banal, conforme o que eu larguei;
Foram tantas derrotas: tão triste eu fiquei.

Poderia ser pior, poderia não ter fim;
Escolher viver assim traz ilusão.

Condenei o que é normal,

Afastei o que é ruim.

Mas o que é bom e mau
Não volta enfim...

Volta aqui e me diga que a vida é uma grande bobagem!


Toda a beleza deixou de ter valor
E não são as cores belas que retornam assim.
Por insistência neguei o teu amor;
Admiti então que erros estão em mim...

Poderia ser pior, poderia não ter fim;
Escolher viver assim traz ilusão.

Condenei o que é normal,

Afastei o que é ruim.

Mas o que é bom e mau

Não volta enfim.

Condenei o que é normal: poderia não ter fim;

Mas o que é bem e mal traz ilusão.

Poderia ser pior, afastei o que é ruim.

Escolher viver assim,

Não volta enfim:

Volta aqui e me diga que a vida é uma grande bobagem!



PARA ESCUTAR A MÚSICA ENTRE NO LINK ABAIXO:
http://www.myspace.com/edubento
É A PRIMEIRA MÚSICA DA LISTA DO PLAYER.